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Prosa Sonora 2018
2 novembro
3 novembro
4 novembro

no
Teatro
SESI

Entrada
Gratuita

Umbando (GO)
O grupo goiano Umbando retorna aos palcos para lançar e divulgar seu segundo trabalho, trazendo músicas inéditas e outras já conhecidas pelo público que acompanha os mais de 15 anos de estrada da banda. No repertório, estão presentes profundas raízes brasileiras, além de pitadas latino-americanas, africanas, norte-americanas, ibéricas, orientais e europeia.

Seu Estrelo e o Fuá do Terreiro (DF)
Seu Estrelo e o Fuá do Terreiro inventou seu próprio mito e leva em suas apresentações elementos do cerrado para o imaginário popular. Criou também um som próprio, uma batida de tambor peculiar batizada pelo grupo de Samba Pisado. Na “Sambada”, apresenta cantos e baques dos seres da mitologia do Calango Voador e de outro terreiros do Brasil.

Dj Bruno Caveira (GO)
Velho conhecido das baladas goianienses, DJ Bruno Caveira apresenta um set recheado de ritmos populares como maracatu, samba, carimbó e guitarrada do Pará. Além de DJ, Caveira também é conhecido por produzir a icônica Felamacumbia, festa de música afrolatina que há quatro anos faz parte do calendário da capital.

RAPadura Xique Chico (CE)
RAPadura chegou disposto a embolar e movimentar o cenário musical brasileiro com uma inusitada mistura de rap com repente alimentado por muito coco, maracatu, forró, baião e cantigas de roda, que fazem dele o percussor de um movimento em defesa da cultura popular, integrando o rap contemporâneo à música de raiz.

Afoxé Omo Odé (GO)
O Afoxe Omo Odé foi criado na década de 90 por Pai João de Abuque, pioneiro do Candomblé em Goiás. O grupo inseriu toda a beleza da indumentária, o ritmo do ijexá e a musicalidade da religiosidade de matriz africana ao carnaval da capital e trabalha em prol da valorização da herança afro-brasileira.

Baile Muderno com Jessica Caitano (PE) & ChicoCorrea (PB)
O Baile Muderno, conduzido por DJ ChicoCorrea e convidados, valoriza a experiência musical por meio de lives, DJ Sets autorais e encontros musicais. Forró e Coco se misturam ao Ragga, Afoxé se mistura ao DUB, o Arrocha é introduzido aos beats do Trap, entre tantas outras fusões surpreendentes. Na Prosa Sonora, ChicoCorrea recebe Jessica Caitano, cantora, compositora, rapper, coquista, percussionista, poetisa, declamadora, educadora e atuante em diversos coletivos culturais.

Dj Dolores (PE)
Helder Aragão de Melo, ou DJ Dolores é músico, produtor, compositor, designer e escritor. Tem forte envolvimento com a cena manguebeat, que surge em Recife no início dos anos 90. É de DJ Dolores o design do CD-manifesto da cena Da Lama ao Caos, de Chico Science e Nação Zumbi. Assinou diversas trilhas para o cinema, espetáculos e exposições e já se apresentou em grandes festivais da Europa e América do Norte. Seu trabalho mistura beats eletrônicos com ritmos tradicionais do nordeste brasileiro, como embolada, coco e ciranda.

Dj ChicoCorrea (PB)
DJ ChicoCorrea apresenta o que chama de tradição remixada. Coco, baião, repente e música eletrônica juntos em uma mesma faixa. Ritmos populares com sintetizadores. Uma verdadeira salada musical. Improviso, energia e Brasil, de João Pessoa para Goiânia, no palco da Prosa!

Grupo Boca do Lixo (GO)
A Companhia Boca do Lixo (GO) une arte, cultura e educação ambiental. O grupo foi criado em 2007, com o propósito de desenvolver atividades criativas e atrativas que envolvam a sustentabilidade. O circo, a música, o teatro e os bonecos são ferramentas utilizadas para compor estas ações na promoção das culturas tradicionais brasileiras.

Musical Os Saltimbancos – Arte em Cena (GO)
A peça narra a história do encontro de quatro animais, que devido a maus tratos, fugiram de seus patrões. Aos poucos se conhecem e vencem as diferenças. Juntos decidem formar um grupo musical e rumam à cidade para começar a carreira artística. No caminho encontram seus antigos donos e temendo serem novamente escravizados, resolvem enfrentá-los.

A Farsa da Boa Preguiça de Ariano Suassuna – Grupo de Teatro Guará (PUC-GO)
Adaptação da peça de Ariano Suassuna, a Farsa da Boa Preguiça representa o contraste entre o “Brasil burguês” e o “Brasil humilde” por meio da história do poeta preguiçoso Joaquim Simão. Aderaldo, seu vizinho rico e avarento, quer a todo custo conquistar a mulher do poeta, enquanto Simão se encanta com a beleza de Clarabela, esposa do vizinho.